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O Cine Fiesta - Mosta de Cinema Espanhol posiciona-se como um evento de referência da sétima arte espanhola em Portugal.

Este ano volta para mais uma edição renovada e cheia de novidades.

Através de um programa que espelha riqueza e diversidade, tem como principal objetivo dar a conhecer o cinema espanhol ao público português, que se comprova estar cada vez mais interessado neste tipo de cinema, verificando-se um aumento de número de espetadores por sessão ao longo das edições dos últimos anos, acreditando-se que 2018 atingirá novos recordes.

A programação deste Cine Fiesta é composta pelas mais recentes obras de ficção, trazendo ao espectador os filmes mais esperados do ano em Espanha, permitindo ainda um encontro com realizadores e artistas, que connosco vêm participar na celebração do cinema espanhol, reforçando assim as relações culturais entre os dois países.

O Cine Fiesta é uma organização da Cinemundo com o patrocínio do Instituto de Cinematografia y de las Artes Audiovisuales (ICAA) del Ministerio de Educación Cultura y Deporte do Gobierno de España, e realizar-se-á de 28 de setembro a 2 de outubro no UCI Cinemas - El Corte Inglés, em Lisboa, com sessões de exibição e com antestreias diárias.

Nesta edição, é pretendido ir ao encontro dos variados gostos do público, aumentado o leque de filmes a serem apresentados com uma maior oferta de géneros.

Site Oficial: www.cine-fiesta.pt

Página Oficial de Facebook: https://www.facebook.com/CineFiestaPortugal/

Instagram: https://www.instagram.com/cinefiestaportugal/

Twitter: https://twitter.com/cine_fiesta

Entrevistas

Intro

Intro

O cinema de qualidade não escolhe fronteiras nem geografias mas as afinidades culturais e a proximidade física entre Portugal e Espanha convidariam a um intercâmbio de filmes que nunca foi verdadeiramente atingido. A cinematografia do país-vizinho foi marcando presença nas nossas salas de forma espaçada, numa primeira fase com fitas de raíz popular, um pouco mais à frente com obras de conteúdo político e a partir de meados anos 80 com a descoberta da obra de Pedro Almodóvar, que se tornou para muitos o emblema máximo do cinema espanhol. Só que essa porta de entrada para uma cinematografia muito rica e variada, com atores e realizadores que até dão cartas em Hollywood, nunca se chegou a concretizar em pleno. E é aqui que entra em cena, anualmente, o Cine Fiesta, a trazer o que de melhor a cinematografia espanhola produziu no ano anterior. E que é sempre muito e bom cinema, um cinema que está sempre perto do publico, como o comprovam estes quatro testemunhos de espetadores atentos e fiéis do melhor que neste campo se faz aquém e além fronteiras.
Melânia Gomes

Melânia Gomes

Foi com uma personagem galega, Penélope Bívar, que Melânia Gomes se tornou uma cara conhecida do grande público. Na telenovela “Deixa que te Leve”, a atriz deu vida de forma tão credível a uma cozinheira que se perde de amores por um lobisomem que as audiências televisivas da época pensavam que ela era de facto espanhola. A razão dessa facilidade com a língua e a cultura do país vizinho vem da infância e juventude, passada em Vila Praia de Âncora a ver filmes e séries nos canais de televisão espanhóis. A atriz, que se tornou um dos rostos mais conhecidos do Parque Mayer e da revista à portuguesa antes do sucesso televisivo, não esquece o filme que mais a marcou, “Mar Adentro”, com a interpretação estrondosa de Javier Bardem. Quanto ao Cine Fiesta, do qual volta a ser madrinha, sublinha que se “trata de uma festa de todos para todos, não só do público mas também dos atores e realizadores, que ali encontram um espaço de descoberta e partilha”.
Vítor Moura

Vítor Moura

Vítor Moura acompanha o cinema espanhol desde que se lembra de ver filmes. Enquanto editor do Cinebox da TVI24, já entrevistou duas estrelas do país vizinho que, hoje, são um casal na vida real. Em Los Angeles, conheceu Penélope Cruz no lançamento de “Sahara” e depois reencontrou-a, em Londres, na antestreia de “Nove”. Em Roma, marcou encontro com Javier Bardem a propósito de “Comer, Orar, Amar”. Ambos devem muito ao realizador Pedro Almodóvar que, à conta de histórias inesquecíveis como a de “Tudo sobre a minha Mãe”, Vítor Moura considera um dos realizadores incontornáveis do cinema espanhol. A lista de preferências também inclui mestres como Luis Buñuel (“Viridiana”) e Fernando Trueba (“Belle Epoque – A Bela Época”) ou talentos mais jovens como Alejandro Amenábar (“Mar Adentro”) ou Juan António Bayona (“O Orfanato”).
Vicente Alves do Ó

Vicente Alves do Ó

Realizador e argumentista de filmes em que o cinema de autor e de apelo popular se cruzam, como “Florbela” ou “Al Berto”, Vicente Alves do Ó também não tem passado ao lado da sedução do cinema espanhol. Como tudo começou? É ele próprio que o diz: “Não terá sido o meu primeiro contacto com o cinema espanhol ou com a ficção espanhola, mas a série "Verão Azul", com que a minha geração cresceu, talvez mantenha um lugar de primazia e coração”. Outras seduções se seguiram mais tarde: “Lembro-me bem da primeira vez que vi o "Bela de Dia", do Senhor Buñuel com a loira Deneuve. Lembro-me do outro lado do espelho, do desejo, do sexo assim assumido no cinema de primeira linha. Deveria ser um adolescente de 15 anos e cada momento em que ela se desviava da vida normal, todo eu me desviava do dia e começava a a efabular a noite”. O futuro parece risonho, com Alves do Ó a revelar-se tão prolífico como alguns dos melhores cineastas espanhóis: até ao fim do ano deveremos ver no grande ecrã mais dois filmes do realizador, “Quero-te Tanto” e “Golpe de Sol”, e ao pequeno ecrã chegará a série “Solteira e Boa Rapariga”.
Ana Brito e Cunha

Ana Brito e Cunha

Do drama à comédia, da televisão ao teatro, Ana Brito e Cunha tem passeado graça e talento nos nossos palcos e ecrãs há mais de duas décadas. O que nem todos saberão é que a atriz tem uma forte ligação ao país-vizinho, como a própria recorda: “Nasci em Portugal mas aos seis dias de idade fui viver para Madrid. Aos seis anos voltei para Portugal e até aos 15 estudei no Instituto Espanhol de Lisboa. A minha relação com Espanha é a maior, costumo dizer que não canto fado pois a minha voz não o permite, mas danço flamenco com toda a naturalidade. Um dos meus mestres de reciclagem e aprendizagem é o Juan Carlos Corazza, que tem escola em Madrid onde, com a regularidade que a vida me permite, vou fazer reciclagens”. Por tudo isso, o cinema espanhol também tem um lugar especial no coração da atriz, assim como o evento que mais o celebra: “Tenho um enorme respeito pelo cinema espanhol e uma vontade grande de trabalhar mais com o país vizinho. Por isso, fico sempre muito contente de poder estar presente no Cine-Fiesta. Sou bilingue e nestas edições encontramos uma óptima oportunidade de ir vendo o que por lá se faz. Já assisti a filmes fantásticos e faço questão de estar presente sempre que posso”. Este ano, claro, não será excepção. Por isso mesmo, Ana Brito e Cunha deixa o repto: “Mais uma vez , nesta edição de 2018, o cartaz apresentado é da melhor qualidade. Apareçam e saboreiem pois vale a pena ver cinema espanhol”.

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